O QUE É AUTISMO?

Caracteriza-se como autismo o transtorno global do desenvolvimento infantil, neurobiológico (porque tem alterações bioquímicas da estrutura cerebral e genético) e que se manifesta antes dos três anos de idade e se prolonga por toda a vida.
Os sintomas são caracterizados pela tríade abaixo:
*Disfunções na área social (habilidade de interação sociais).
*Comprometimentos na comunicação (verbal ou não verbal) ou na linguagem.
*Disfunções comportamentais.
É importante entender que nessa tríade a condição mais importante para o diagnostico de autismo, é a alteração nas interações sociais e quanto mais cedo a pessoa for diagnosticada e tratada adequadamente (com equipe multidisciplinar), mais chance terá de manter uma boa qualidade de vida, interagir, desenvolver talentos inatos, desenvolver papéis sociais, etc.

Estima-se que 70 milhoes de pessoas em todo mundo apresente o autismo, sendo que em crianças é mais comum que a AIDS, o diabetes e o câncer SOMADOS. Portando não se trata de uma condição rara. Vale dizer também que a proporção de autismo nas pessoas é de cada 4 meninos para 1 menina.
Confira mais detalhe no vídeo completo, no link abaixo:


https://www.youtube.com/watch?v=8uTHFYAQtnA&t=276s276s

Mentes que Amam Demais – Danilo Gentili

Em recente entrevista, conversei com Danilo Gentili sobre o transtorno de Borderline, tema do meu livro Mentes que amam demais.
Nela, contei que uma amiga foi a inspiração para a criação da obra e ilustrei esse transtorno de personalidade baseado em fatos de personagens e celebridades da cultura pop, como Janis Joplin, Amy Winehouse, Marylin Monroe, entre outros.

Danilo Gentili –
É como se o borderline usasse seu parceiro como um aparelho respiratório?

– Exatamente. O border NECESSITA disso, porque ele não tem uma identidade. Uma das características base desse transtorno é a instabilidade emocional, como uma criança que não amadureceu.
É válido dizer também que essas pessoas são extremamente sedutoras, inteligentes e de alegria muito intensa e por isso, elas cativam tanto. Porém se desesperam na necessidade de “existir” na vida do outro, afinal, o excesso de emoções dá pouca vazão à razão. O psicopata, já é o inverso: extremamente racional, estratégico e sem emoções.
Confira essa entrevista no link – https://www.youtube.com/watch?v=nudVMDCoQ1U
Ana Beatriz.