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SINOPSE

MENTES ANSIOSAS: o medo e a ansiedade nossos de cada dia.

Autoria: Dra. Ana Beatriz Barbosa
Editora: Globo/Principium



INTRODUÇÃO
* Dra Ana Beatriz Barbosa Silva (Médica Psiquiatra, CRM/RJ 5253226/7)

Este livro foge totalmente à metodologia que sempre pautou a maneira como escrevo. Em minhas obras não ficcionais anteriores, o processo de criação consistia no seguinte: durante alguns meses, eu relacionava todos os tópicos que gostaria de expor sobre um determinado tema do comportamento humano e, assim, montava o que chamo de “esqueleto” ou estrutura essencial do livro. Em pouco tempo, esse esqueleto passava por uma depuração e daí brotavam os capítulos necessários para expressar, de forma organizada e compreensível, tudo o que eu julgava importante. Foi assim que nasceram Mentes inquietas, Mentes perigosas, Bullying: mentes perigosas nas escolas, Mentes consumistas, Mentes depressivas, entre outros.

Alicerçada em um pouco de intuição e em muita observação dos anseios do público —, por meio de interações nas redes sociais, e-mails, perguntas feitas em palestras e debates em livrarias pelo país afora —, resolvi mudar e inovar esse sistema para tratar sobre o assunto ansiedade. Esta obra surgiu dessa relação tão preciosa entre autor e leitor. Os capítulos foram moldados e estruturados a partir dos questionamentos e aprendizados surgidos dessas conexões reais ou virtuais.

Na realidade, escrever dessa forma foi uma maneira de fazer os leitores participarem e também inverter a lógica do tempo na realização de meu trabalho. E isso não foi por acaso, já que o tempo tem tudo a ver com nosso estado de espírito, ou melhor, com os diversos estados de humor, tensão, ansiedade ou angústia. Iniciar a empreitada com fatos passados e vivenciados me fez perceber que todo esse processo pode ser bem menos ansioso, pois não precisei supor o que o público gostaria de saber — suposições que poderiam ser rejeitadas ou aprovadas apenas quando o livro estivesse nas mãos do leitor —, mas parti de desejos já declarados. Assim compartilho um conhecimento que se fez em mão dupla: do leitor para o escritor e do escritor para o leitor. Sinto que isso é um amadurecimento construído de maneira coletiva, uma espécie de sabedoria de “pescar” momentos passados e eternizá-los no presente e, ao mesmo tempo, deixar o futuro para quando ele de fato chegar. Viver no presente com o aprendizado do passado, e não com a cabeça no futuro, talvez seja o jeito mais eficaz de ser inteiro e manter os níveis de ansiedade produtivos e necessários, sem que nos façam mal ou nos castiguem a ponto de tornar o cotidiano algo tão penoso.

Em Mentes ansiosas: o medo e a ansiedade nossos de cada dia, meu objetivo principal é iniciar uma descontraída conversa sobre as mais diversas formas com que a ansiedade pode se apresentar em nossas vidas. Mas antes disso, gostaria de adiantar um pouco de todos os questionamentos que me fizeram nos últimos anos sobre esse tema tão humano e abrangente:

• Todo mundo sente ansiedade?
• Qual a diferença entre ansiedade e medo?
• Existe ansiedade normal?
• Quando a ansiedade vira doença?
• Estamos mais ansiosos?
• A ansiedade é coisa só dos tempos modernos?
• O tempo está passando mais rápido por conta da ansiedade?
• A ansiedade pode causar outras doenças?
• A insônia tem a ver com ansiedade?
• Por que a ansiedade ocorre nas relações afetivas e no trabalho?
• De onde vem a ansiedade?
• Como lidar com a ansiedade da solidão?
• A ansiedade e a timidez têm alguma coisa a ver?
• Qual a relação entre ansiedade, culpa e depressão?
• Existe alguém sem ansiedade?
• Ansiedade e compulsão são a mesma coisa?
• A ansiedade tem cura?

Eu poderia citar mais uma dezena de perguntas, mas isso só retardaria nosso bate-papo, no qual conversaremos de modo acessível e detalhado sobre a ansiedade nossa de cada dia e a eterna busca por dias com mais paz e esperança.

Aperte o cinto, sente-se confortavelmente na cadeira, que a viagem ao universo ansioso dos seres humanos vai começar. Tente relaxar, pois já posso lhe assegurar que o medo e a ansiedade não matam por si sós. É preciso um tempo considerável de ansiedade constante e elevada para que nosso organismo adoeça de modo irreversível. Mas com conhecimento, vontade e disciplina nas doses certas, viver menos ansioso é absolutamente possível e muito gratificante.

Agora é sério: vamos decolar!

Foto: Sandra Lopes

Dra Ana Beatriz Barbosa Silva

Médica graduada pela UERJ com pós-graduação em psiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professora Honoris Causa pela UniFMU (SP) e Presidente da AEDDA – Associação dos Estudos do Distúrbio do Déficit de Atenção (SP). Diretora da clínica ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA - Comportamento Humano e Psiquiatria (RJ). Escritora, realiza palestras, conferências, consultorias e entrevistas nos diversos meios de comunicação, sobre variados temas do comportamento humano.

E-mail:
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